quarta-feira, 30 de abril de 2014

Caminhando e calando



Eu poderia correr
ou poderia gritar,
Poderia esconder
ou poderia inventar,
Poderia morrer
ou poderia tentar.

E o que acabo fazendo afinal?
Deixo o fluxo da vida me levar
Me agarro a verdade tão peculiar
Me reservo o direito de calar
E a proveito o que ainda dá pra lembrar
E sorrir
Pode vir!
Que aquele medo não tem mais lugar.

Mesmo assim acabei criando um abismo entre o querer e o estar.
Isso um dia vai acabar?
Não sei...
Então deixo o fluxo da vida me levar.


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