Abaixo das linhas inimigas
O vento sopra cinza de cansaço ao carregar de uma arma para a defesa do próximo,
Assistindo a inconsciência revelada,
Aceita a sua maneira,
Sob um subterfúgio mental altamente contagioso,
Escravizar sem correntes.
O vento sopra cinza de cansaço ao carregar de uma arma para a defesa do próximo,
Assistindo a inconsciência revelada,
Aceita a sua maneira,
Sob um subterfúgio mental altamente contagioso,
Escravizar sem correntes.
Nas areias do tempo se revela e impregna o carmim do pensamento alheio.
Tudo que ha eh nada.
O que se eh, eh tudo.
Deitado sobre as mantas do destino,
Acolhido pela fatalidade
E o gotejar tilintante da vida
Se esvaindo de uns e preenchendo outros.
A decisão longe das próprias mãos.
Tudo que ha eh nada.
O que se eh, eh tudo.
Deitado sobre as mantas do destino,
Acolhido pela fatalidade
E o gotejar tilintante da vida
Se esvaindo de uns e preenchendo outros.
A decisão longe das próprias mãos.

